JORGE AMANAJÁS DISCUTE PRÉ-SAL
O deputado Jorge Amanajás (PSDB-AP), presidente da Assembléia Legislativa do Estado do Amapá, esteve em Brasília, nos dias 17 e 18 deste mês, durante 7º Encontro do Colegiado dos Presidentes das Assembleias Legislativas.
Objetivo do encontro foi debater sobre o marco regulatório do petróleo a ser explorado na camada Pré-Sal, na plataforma de Santos (SP).
Na ocasião, Jorge Amanajás, levou a proposta de criação de um fundo de investimentos para preservação da Amazônia com recursos da exploração da reserva petrolífera. O assunto também deverá ser encaminhado para debate, por meio de Indicação subscrita pelas bancadas de todos os estados da região Norte, na Câmara dos Deputados e no Senado. A idéia é também buscar apoio dos parlamentares dos estados não-amazônicos.
“No momento em que o país discute a exploração da camada do Pré-Sal, o Amapá não pode ficar de fora. Por isso fiz questão de levantar esse questionamento no simpósio da Amazônia e trazer a discussão para dentro do parlamento amapaense”, afirmou Amanajás.
O colegiado reivindica a distribuição correta dos recursos a serem arrecadados com a extração do petróleo nos novos campos de águas profundas. “Talvez seja a chance de se resgatar dividas históricas com a população, especialmente na saúde e educação”, diz o texto.
A chamada Carta de Brasília também reitera a necessidade de valorização das assembleias e a importância das emissoras de rádio e TV legislativas. "Os mecanismos de comunicação não configuram apenas instrumentos de prestação de contas e de transparência, mas garantem a participação do cidadão e o aprimoramento da consciência política da sociedade", destaca o documento.
sexta-feira, 18 de setembro de 2009
A descoberta
Este texto não é meu. Foi-me contado em sonhos. Meu mérito, presumindo-se que tenha algum, foi simplesmente o de transcrevê-lo.
"Sonhei que eras a brisa suave que varre o planeta. Quando te encontrei, supus ter visto um novo sol com o brilho fantástico de um milhão de sóis. Pensei que eras a água do mar, as estrelas do céu, o perfume da rosa, o carinho de quem passeia de mãos dadas pela beira do rio em tardes crepusculares, que cedem seu espaço para que a noite cálida nos aqueça o coração e nos traga em seu bojo o repouso do guerreiro e o sono dos justos.
Mas não foi só o que pensei. Pensei que eras a Justiça Divina, te vi negro como um zulu e elegante como a mulher masai; pensei que eras a velha Mãe-África e a Antárdida ainda por ser descoberta. Imaginei fosses Netuno ou sereia encantada a dominar os mares, os rios, os lagos, os igarapés, os paranás, os furos e os igarapés-mirins. Mas só pude te conhecer quando senti na tua face poderosa, o imenso amor que tinhas para dar a todos os que te descobriram. És luz, és verdade. Mas de um outro tipo. És luz que não faz sombras. És amor, és dor, és humildade e piedade acrescida de doses imensas de generosidade. És o Inominado, o que não tem nome, e se o tiver, não pode ser escrito ou pronunciado. És a revolução na vida dos que Te encontram. És Pai, Mãe e Irmão. És amigo e consolador dos aflitos, dos que gemem sob a miséria do abandono terrestre. És a cura, o vencedor da Morte e soberano de tudo o que há, pois és Deus Todo-Poderoso, Criador do Céu e da Terra, capaz de sacrificar o próprio e único Filho por amor a nosotros. Contigo perdi o medo, encontrei a coragem, deixei de temer a Morte, pois sei, a sorte está comigo se me amparas como mãe que, poderosa, ampara o filho querido.
Furacão dos mares, tufão da vida, ciclone de amor, nunca mais me deixes tão só, como sozinho percorri a estrada da vida, quando vagava, perdido, no Vale da Sombra da Morte, de onde saí para nunca mais voltar".
Este texto não é meu. Foi-me contado em sonhos. Meu mérito, presumindo-se que tenha algum, foi simplesmente o de transcrevê-lo.
"Sonhei que eras a brisa suave que varre o planeta. Quando te encontrei, supus ter visto um novo sol com o brilho fantástico de um milhão de sóis. Pensei que eras a água do mar, as estrelas do céu, o perfume da rosa, o carinho de quem passeia de mãos dadas pela beira do rio em tardes crepusculares, que cedem seu espaço para que a noite cálida nos aqueça o coração e nos traga em seu bojo o repouso do guerreiro e o sono dos justos.
Mas não foi só o que pensei. Pensei que eras a Justiça Divina, te vi negro como um zulu e elegante como a mulher masai; pensei que eras a velha Mãe-África e a Antárdida ainda por ser descoberta. Imaginei fosses Netuno ou sereia encantada a dominar os mares, os rios, os lagos, os igarapés, os paranás, os furos e os igarapés-mirins. Mas só pude te conhecer quando senti na tua face poderosa, o imenso amor que tinhas para dar a todos os que te descobriram. És luz, és verdade. Mas de um outro tipo. És luz que não faz sombras. És amor, és dor, és humildade e piedade acrescida de doses imensas de generosidade. És o Inominado, o que não tem nome, e se o tiver, não pode ser escrito ou pronunciado. És a revolução na vida dos que Te encontram. És Pai, Mãe e Irmão. És amigo e consolador dos aflitos, dos que gemem sob a miséria do abandono terrestre. És a cura, o vencedor da Morte e soberano de tudo o que há, pois és Deus Todo-Poderoso, Criador do Céu e da Terra, capaz de sacrificar o próprio e único Filho por amor a nosotros. Contigo perdi o medo, encontrei a coragem, deixei de temer a Morte, pois sei, a sorte está comigo se me amparas como mãe que, poderosa, ampara o filho querido.
Furacão dos mares, tufão da vida, ciclone de amor, nunca mais me deixes tão só, como sozinho percorri a estrada da vida, quando vagava, perdido, no Vale da Sombra da Morte, de onde saí para nunca mais voltar".
A descoberta
Este texto não é meu. Foi-me contado em sonhos. Meu mérito, presumindo-se que tenha algum, foi simplesmente o de transcrevê-lo.
"Sonhei que eras a brisa suave que varre o planeta. Quando te encontrei, supus ter visto um novo sol com o brilho fantástico de um milhão de sóis. Pensei que eras a água do mar, as estrelas do céu, o perfume da rosa, o carinho de quem passeia de mãos dadas pela beira do rio em tardes crepusculares, que cedem seu espaço para que a noite cálida nos aqueça o coração e nos traga em seu bojo o repouso do guerreiro e o sono dos justos.
Mas não foi só o que pensei. Pensei que eras a Justiça Divina, te vi negro como um zulu e elegante como a mulher masai; pensei que eras a velha Mãe-África e a Antárdida ainda por ser descoberta. Imaginei fosses Netuno ou sereia encantada a dominar os mares, os rios, os lagos, os igarapés, os paranás, os furos e os igarapés-mirins. Mas só pude te conhecer quando senti na tua face poderosa, o imenso amor que tinhas para dar a todos os que te descobriram. És luz, és verdade. Mas de um outro tipo. És luz que não faz sombras. És amor, és dor, és humildade e piedade acrescida de doses imensas de generosidade. És o Inominado, o que não tem nome, e se o tiver, não pode ser escrito ou pronunciado. És a revolução na vida dos que Te encontram. És Pai, Mãe e Irmão. És amigo e consolador dos aflitos, dos que gemem sob a miséria do abandono terrestre. És a cura, o vencedor da Morte e soberano de tudo o que há, pois és Deus Todo-Poderoso, Criador do Céu e da Terra, capaz de sacrificar o próprio e único Filho por amor a nosotros. Contigo perdi o medo, encontrei a coragem, deixei de temer a Morte, pois sei, a sorte está comigo se me amparas como mãe que, poderosa, ampara o filho querido.
Furacão dos mares, tufão da vida, ciclone de amor, nunca mais me deixes tão só, como sozinho percorri a estrada da vida, quando vagava, perdido, no Vale da Sombra da Morte, de onde saí para nunca mais voltar".
Este texto não é meu. Foi-me contado em sonhos. Meu mérito, presumindo-se que tenha algum, foi simplesmente o de transcrevê-lo.
"Sonhei que eras a brisa suave que varre o planeta. Quando te encontrei, supus ter visto um novo sol com o brilho fantástico de um milhão de sóis. Pensei que eras a água do mar, as estrelas do céu, o perfume da rosa, o carinho de quem passeia de mãos dadas pela beira do rio em tardes crepusculares, que cedem seu espaço para que a noite cálida nos aqueça o coração e nos traga em seu bojo o repouso do guerreiro e o sono dos justos.
Mas não foi só o que pensei. Pensei que eras a Justiça Divina, te vi negro como um zulu e elegante como a mulher masai; pensei que eras a velha Mãe-África e a Antárdida ainda por ser descoberta. Imaginei fosses Netuno ou sereia encantada a dominar os mares, os rios, os lagos, os igarapés, os paranás, os furos e os igarapés-mirins. Mas só pude te conhecer quando senti na tua face poderosa, o imenso amor que tinhas para dar a todos os que te descobriram. És luz, és verdade. Mas de um outro tipo. És luz que não faz sombras. És amor, és dor, és humildade e piedade acrescida de doses imensas de generosidade. És o Inominado, o que não tem nome, e se o tiver, não pode ser escrito ou pronunciado. És a revolução na vida dos que Te encontram. És Pai, Mãe e Irmão. És amigo e consolador dos aflitos, dos que gemem sob a miséria do abandono terrestre. És a cura, o vencedor da Morte e soberano de tudo o que há, pois és Deus Todo-Poderoso, Criador do Céu e da Terra, capaz de sacrificar o próprio e único Filho por amor a nosotros. Contigo perdi o medo, encontrei a coragem, deixei de temer a Morte, pois sei, a sorte está comigo se me amparas como mãe que, poderosa, ampara o filho querido.
Furacão dos mares, tufão da vida, ciclone de amor, nunca mais me deixes tão só, como sozinho percorri a estrada da vida, quando vagava, perdido, no Vale da Sombra da Morte, de onde saí para nunca mais voltar".
quinta-feira, 17 de setembro de 2009
Prezados leitores,
Fugindo ao meu estilo habitual, que pela minha própria natureza é crítico, particularmente em questões políticas, diria mesmo um tanto quanto sardônico, decidi fugir um pouco ao meu jeito de ser e publicar neste espaço, uma crônica que escrevi há anos, e que foi publicada pelo jornal Diário do Amapá. Trata-se de uma espécie de, como eu mesmo chamo, "crônica poética". Portanto, perdoem-me e vamos a ela.
TULIPA NEGRA
Era filha de jardineiro. Por isto gostasse tanto de flores. Não compreendia o mundo sem flores. Açucenas, miosótis, rosas - todo tipo de rosas -, crisântemos, orquídeas. Ah! As orquídeas! - suspirava. Sonhava ter um orquidário. Não um orquidário qualquer. Queria o maior orquidário do mundo, um orquidário onde pudesse se perder. Quem sabe, poderia encontrar-se, se conseguisse perder-se num orquidário. Tudo é possível.
Tulipas. Tulipas, sabe-se, é o sonho maior de todos os amantes de flores. Tulipas valem como ouro, mais que ouro. Uma tulipa negra vale mais que mil diamantes. Já imaginaram um jardim cheio de tulipas negras?
Assim era ela. Uma tulipa negra. Delgada, delicada, rara e negra. Por isso a amava. Tulipas negras, afinal de contas, não são encontráveis em qualquer curva do tempo. Amava-a como só os loucos conseguem amar. O amor não é são. Não existe sanidade onde existe amor total, paixão total. Existe apenas a morte, que chega quando ela, a tulipa negra em forma de mulher se vai.
E foi isso que o perdeu. Resolveu dar-lhe tudo o que possuía, tudo o que era, tudo o que poderia ser ou que poderia ter sido. Mas não lembrou que ela, a tulipa negra, era filha de jardineiro. E que por isso, amava mais as flores do que qualquer outra coisa. Até mesmo aquele amor intenso, aquele amor universal que lhe era devotado.
E por isso não o quis, devolveu-o para o mar de solidão em que vivia antes de mergulhar na profundeza daqueles olhos negros que só viam flores.
Aquele amor, pensava ela, não era tão grande assim. É bem verdade que ele lhe dera tudo. Dera-lhe até a própria vida. Mas não lhe dera flores, pensou distraída, sem perceber que acabara de pisar numa rosa vermelha, que sangrava por todas as pétalas.
Fugindo ao meu estilo habitual, que pela minha própria natureza é crítico, particularmente em questões políticas, diria mesmo um tanto quanto sardônico, decidi fugir um pouco ao meu jeito de ser e publicar neste espaço, uma crônica que escrevi há anos, e que foi publicada pelo jornal Diário do Amapá. Trata-se de uma espécie de, como eu mesmo chamo, "crônica poética". Portanto, perdoem-me e vamos a ela.
TULIPA NEGRA
Era filha de jardineiro. Por isto gostasse tanto de flores. Não compreendia o mundo sem flores. Açucenas, miosótis, rosas - todo tipo de rosas -, crisântemos, orquídeas. Ah! As orquídeas! - suspirava. Sonhava ter um orquidário. Não um orquidário qualquer. Queria o maior orquidário do mundo, um orquidário onde pudesse se perder. Quem sabe, poderia encontrar-se, se conseguisse perder-se num orquidário. Tudo é possível.
Tulipas. Tulipas, sabe-se, é o sonho maior de todos os amantes de flores. Tulipas valem como ouro, mais que ouro. Uma tulipa negra vale mais que mil diamantes. Já imaginaram um jardim cheio de tulipas negras?
Assim era ela. Uma tulipa negra. Delgada, delicada, rara e negra. Por isso a amava. Tulipas negras, afinal de contas, não são encontráveis em qualquer curva do tempo. Amava-a como só os loucos conseguem amar. O amor não é são. Não existe sanidade onde existe amor total, paixão total. Existe apenas a morte, que chega quando ela, a tulipa negra em forma de mulher se vai.
E foi isso que o perdeu. Resolveu dar-lhe tudo o que possuía, tudo o que era, tudo o que poderia ser ou que poderia ter sido. Mas não lembrou que ela, a tulipa negra, era filha de jardineiro. E que por isso, amava mais as flores do que qualquer outra coisa. Até mesmo aquele amor intenso, aquele amor universal que lhe era devotado.
E por isso não o quis, devolveu-o para o mar de solidão em que vivia antes de mergulhar na profundeza daqueles olhos negros que só viam flores.
Aquele amor, pensava ela, não era tão grande assim. É bem verdade que ele lhe dera tudo. Dera-lhe até a própria vida. Mas não lhe dera flores, pensou distraída, sem perceber que acabara de pisar numa rosa vermelha, que sangrava por todas as pétalas.
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