UMA GRANDE HONRA
O dia 22 de Janeiro de 2010 ficará gravado em letras de ouro na história da minha vida, porque foi nesse dia maravilhoso que, a convite de meus amigos Pierre e Alberto Alcolumbre, tive o privilégio de participar de um culto judeu realizado na Sinagoga de Macapá, instalada na antiga casa do grande amapaense e meu querido amigo Moisés Zagury, que Adonai o tenha em lugar especial por suas muitas virtudes.
Confesso que, não merecedor de tão grande honra, senti meu ego quase explodir de tanto orgulho, eu um gói (ainda que presumidamente de origem marrana) sou apenas um caboclo amazônida, orgulhoso de sê-lo.
E fiquei pensando o que a generosidade pode fazer. Por causa do honroso convite que me foi oferecido por Alberto e Pierre, duas pessoas que estão no meu coração para sempre, participei da cerimônia religiosa do povo hebreu, a oração do Sabbath e confesso que há muitos, muitos anos não sentia tanta paz como naquele momento em que o rabino EL MESCANY lia as orações que há milênios fazem parte do cerimonial religioso judeu. Mas, devo confessar que não senti apenas paz. Senti uma enorme felicidade e uma honra tão grandes, que por um momento pensei não suportar tanta emoção. A verdade é que, muito embora, muitas vezes tenha duvidado da real existência de Elohim, o Deus de Abraão me mostrou, finalmente, que a felicidade existe e que ela está ao nosso alcance. Basta que a busquemos com os olhos do coração. Tal qual a sabedoria, ela está nos pórticos de entrada das cidades, assim como nos pórticos de toda e qualquer casa, casebre, choupana ou palácio, pedindo para entrar e vivificar o coração dos que sofrem, ou precisam aprender um pouco mais do que existe em todo o Universo. E Adonai só quer isso: que sejamos sábios e felizes.
A sabedoria, a cultura e a fé hebréia são tão vastas, que ainda que a estudássemos por mil anos, ainda assim não a dominaríamos totalmente. E eu, apenas um escriba tucuju, ali, no meio de um grupo de pessoas que só queriam agradecer a Javeh, o muito que recebem e que recebemos todos, ainda que, muitas vezes não nos apercebamos disso, pois olhamos com demasiada insistência o que nos falta, e não o muito que já temos.
Eu, como já disse, um gói (não judeu) naquele lugar sagrado, com direito a quipá e Sefer , tentando compreender no meu iniciante “alef beit” (א ב), a leitura da Torah (A Lei). E pensei: “Meu Senhor Jeovah, como é possível tanta sabedoria e beleza”?
Não me lembro de haver sentido tanto bem estar em qualquer outro templo, dos muitos que conheci na busca de respostas para a minha alma atormentada como naquele momento único. E juro não estar exagerando, senti-me quase levitar de tanto orgulho, honra e felicidade.
Tenho consciência que nunca poderei agradecer aquele presente, aos meus dois amigos hebreus. Por isso, shabat((rque a cerimônia foi realizada no início do sábado, só posso humildemente dizer:ח ו ד ח (ToDaH RABA), Pierre e Alberto. E porque era sábado, Sabbath Shalom.
segunda-feira, 25 de janeiro de 2010
quinta-feira, 21 de janeiro de 2010
O DESENCANTO DOS SABIÁS
As coisas acontecem quando menos se espera e nos lugares mais incomuns. O problema é que pouco ou nada percebemos o que realmente ocorre à nossa volta, exceção que abrimos com prazer quase mórbido para as coisas ruins e negativas da vida. É quase inevitável que nos aproximemos para ver de perto, em meio a tantos outros, o cadáver estirado no meio da rua, massacrado por um carro dirigido por um assassino que não será punido nunca. O sangue derramado no asfalto negro nos fascina. É quase como se nos sentíssimos aliviados porque o morto é outro e não nós, esquecidos no nosso egoismo que um dia será a nossa vez. Vivemos absolutamente despreparados para o fato de que um dia qualquer será o nosso último dia de vida. E quando o momento chegar, diremos, arfantes e angustiados, tal qual Goethe: “Mais luz, mais luz”.
A beleza, essa atinge a poucos de nós. Mas quando somos abençoados e bafejados por ela, é como se um sol suave nos atingisse e nos iluminasse o lado negro da nossa alma sofrida, e como se todas as cores celestiais nos invadissem a visão e nos transportasse para a ante sala do Paraíso. E quando o som mavioso do cantar de um pássaro nos invade os ouvidos, todas as células que nos compõem, como que param e quedam-se mudas, a ouvir aquele som que vem do trinar de um passarinho que foi criado apenas para aquele momento de beleza em forma de som. Como estaria a mente de Chopin quando compôs Noturno? Como estava o pianista que a interpretou em Mi Bemol Maior, ou a Sonata, dita ao Luar? E que dizer de Wagner quando compôs o Crepúsculo dos Deuses ou o Ouro do Reno? A beleza nos envolve a todos em todos os momentos. É pena que passemos por ela como os patos passam pelos plácidos lagos nos parques das grandes cidades, sem se permitirem molhar-se, encharcar-se pelo líquido que é fonte de toda a vida que há.
Parei para refletir sobre essas coisas, dia desses quando, saindo do Tribunal de Justiça da minha cidade, atravessei a rua em direção ao Palácio governamental. De repente, e eis que não mais de repente como diria o cronista da página social de um jornal qualquer, sou atingido pelo cantar de um sabiá. Num primeiro momento, acreditei estar ouvindo o sabiá da minha imaginação de poeta louco. Mas não, não era imaginação, era real. De repente, o pássaro calou-se. E eu, filho das florestas e caboclo nascido às margens de um rio que deságua no rei dos rios, assobiei imitando o seu cantar. E ele, o sabiá, respondeu-me e por um breve momento conversamos na linguagem dos sabiás.
Ele me falou da alegria do nascer do Sol e da tristeza de morar numa cidade onde a bulha citadina não permitia que as pessoas o ouvissem. Após isso, bateu asas e refugiou-se numa palmeira existente na entrada do Palácio governamental para dormir o sono dos justos, à espera de mais um dia pleno de sol e beleza. E eu fiquei ali parado, enquanto autômatos humanos entravam e saíam no e do Palácio e os carros passavam, acelerados, levando em seu bojo outras pessoas que só pensavam em chegar em casa, ligar a televisão e ficar parte da noite, hipnotizados e idiotizados em frente àquela telinha que não produzia nada que valesse à pena, porque todos sabemos que não há sensibilidade e nem vida inteligente no interior das TVs, inventos diabólicos cujo objetivo é nos causar a pasmaceira em que vivemos mergulhados, enquanto os sabiás cantam, desesperados, tentando nos chamar para o porto seguro da beleza que nos cerca e que insistimo em não ver, não ouvir e não sentir.
As coisas acontecem quando menos se espera e nos lugares mais incomuns. O problema é que pouco ou nada percebemos o que realmente ocorre à nossa volta, exceção que abrimos com prazer quase mórbido para as coisas ruins e negativas da vida. É quase inevitável que nos aproximemos para ver de perto, em meio a tantos outros, o cadáver estirado no meio da rua, massacrado por um carro dirigido por um assassino que não será punido nunca. O sangue derramado no asfalto negro nos fascina. É quase como se nos sentíssimos aliviados porque o morto é outro e não nós, esquecidos no nosso egoismo que um dia será a nossa vez. Vivemos absolutamente despreparados para o fato de que um dia qualquer será o nosso último dia de vida. E quando o momento chegar, diremos, arfantes e angustiados, tal qual Goethe: “Mais luz, mais luz”.
A beleza, essa atinge a poucos de nós. Mas quando somos abençoados e bafejados por ela, é como se um sol suave nos atingisse e nos iluminasse o lado negro da nossa alma sofrida, e como se todas as cores celestiais nos invadissem a visão e nos transportasse para a ante sala do Paraíso. E quando o som mavioso do cantar de um pássaro nos invade os ouvidos, todas as células que nos compõem, como que param e quedam-se mudas, a ouvir aquele som que vem do trinar de um passarinho que foi criado apenas para aquele momento de beleza em forma de som. Como estaria a mente de Chopin quando compôs Noturno? Como estava o pianista que a interpretou em Mi Bemol Maior, ou a Sonata, dita ao Luar? E que dizer de Wagner quando compôs o Crepúsculo dos Deuses ou o Ouro do Reno? A beleza nos envolve a todos em todos os momentos. É pena que passemos por ela como os patos passam pelos plácidos lagos nos parques das grandes cidades, sem se permitirem molhar-se, encharcar-se pelo líquido que é fonte de toda a vida que há.
Parei para refletir sobre essas coisas, dia desses quando, saindo do Tribunal de Justiça da minha cidade, atravessei a rua em direção ao Palácio governamental. De repente, e eis que não mais de repente como diria o cronista da página social de um jornal qualquer, sou atingido pelo cantar de um sabiá. Num primeiro momento, acreditei estar ouvindo o sabiá da minha imaginação de poeta louco. Mas não, não era imaginação, era real. De repente, o pássaro calou-se. E eu, filho das florestas e caboclo nascido às margens de um rio que deságua no rei dos rios, assobiei imitando o seu cantar. E ele, o sabiá, respondeu-me e por um breve momento conversamos na linguagem dos sabiás.
Ele me falou da alegria do nascer do Sol e da tristeza de morar numa cidade onde a bulha citadina não permitia que as pessoas o ouvissem. Após isso, bateu asas e refugiou-se numa palmeira existente na entrada do Palácio governamental para dormir o sono dos justos, à espera de mais um dia pleno de sol e beleza. E eu fiquei ali parado, enquanto autômatos humanos entravam e saíam no e do Palácio e os carros passavam, acelerados, levando em seu bojo outras pessoas que só pensavam em chegar em casa, ligar a televisão e ficar parte da noite, hipnotizados e idiotizados em frente àquela telinha que não produzia nada que valesse à pena, porque todos sabemos que não há sensibilidade e nem vida inteligente no interior das TVs, inventos diabólicos cujo objetivo é nos causar a pasmaceira em que vivemos mergulhados, enquanto os sabiás cantam, desesperados, tentando nos chamar para o porto seguro da beleza que nos cerca e que insistimo em não ver, não ouvir e não sentir.
terça-feira, 19 de janeiro de 2010
SERÁ VERDADE?
SERÁ VERDADE?
Em artigo publicado ontem, neste jornal, o deputado estadual Camilo Capiberibe disse que “Não é por concordar com a gestão administrativa ou política adotada pelo governador Waldez Góes que votarei pela manutenção do veto às modificações impostas pela Assembleia Legislativa à Lei Orçamentária Anual”. Mais adiante disse também que, ... “apesar de ser um deputado de oposição votarei a favor da manutenção do veto e acredito que essa é a medida certa a tomar neste momento. ... “No entanto, é importante salientar que em política é preciso sempre avançar, evoluir. Rancor e ódio são elementos que não podem orientar decisões políticas de representantes responsáveis”.
Discurso bonito e palavras sensatas, mas não podemos esquecer que, se o ex-governador e ex-senador cassado por compra de votos pelo Superior Tribunal Eleitoral (TSE) pai do deputado sofreu, a culpa foi dele mesmo, que nunca hesitou em disseminar o ódio e o rancor, a discórdia, a desarmonia entre os Poderes do Estado, sem esquecer que ele, o ex-senador cassado, repetimos, cassado por compra de votos, acusou os desembargadores do Judiciário amapaense de serem narcotraficantes, o que, esclareça-se jamais foi verdade. Foi ele também que perseguiu professores, caluniou toda a imprensa do estado, chamando-a de “narco mídia”, o que, obviamente, era e é uma deslavada mentiras. Isso tudo sem contar o enorme prejuízo que o senhor pai do deputado deixou quando governador, provocado por uma administração pífia, incompetente e desastrosa, porque não apoiada em bases sólidas e sustentáveis.
Notória por seu estilo arrogante, autoritário e perseguidor, a família do deputado Camilo é contumaz na divulgação de uma determinada postura política quando, na verdade, na prática promovem e praticam exatamente o contrário. Isto posto, será que o deputado Camilo Capiberibe poderia explicar por que votou a favor do veto ao Orçamento estadual e diz, agora, ser a favor do governador Waldez Góes. E a prova que ele votou a favor do veto, é que o resultado da votação foi unânime.
Se, como afirma, o deputado socialista, vai realmente a favor de Waldez Góes, por que antes, votou contra. O voto pró Waldez, agora, não é apenas um dever do deputado Camilo, é obrigação. Por isso, por conhecermos o perfil político da família Capiberibe de afirmar uma coisa e fazer exatamente o oposto, a pergunta que fazemos é: Será verdade, mesmo?
Em artigo publicado ontem, neste jornal, o deputado estadual Camilo Capiberibe disse que “Não é por concordar com a gestão administrativa ou política adotada pelo governador Waldez Góes que votarei pela manutenção do veto às modificações impostas pela Assembleia Legislativa à Lei Orçamentária Anual”. Mais adiante disse também que, ... “apesar de ser um deputado de oposição votarei a favor da manutenção do veto e acredito que essa é a medida certa a tomar neste momento. ... “No entanto, é importante salientar que em política é preciso sempre avançar, evoluir. Rancor e ódio são elementos que não podem orientar decisões políticas de representantes responsáveis”.
Discurso bonito e palavras sensatas, mas não podemos esquecer que, se o ex-governador e ex-senador cassado por compra de votos pelo Superior Tribunal Eleitoral (TSE) pai do deputado sofreu, a culpa foi dele mesmo, que nunca hesitou em disseminar o ódio e o rancor, a discórdia, a desarmonia entre os Poderes do Estado, sem esquecer que ele, o ex-senador cassado, repetimos, cassado por compra de votos, acusou os desembargadores do Judiciário amapaense de serem narcotraficantes, o que, esclareça-se jamais foi verdade. Foi ele também que perseguiu professores, caluniou toda a imprensa do estado, chamando-a de “narco mídia”, o que, obviamente, era e é uma deslavada mentiras. Isso tudo sem contar o enorme prejuízo que o senhor pai do deputado deixou quando governador, provocado por uma administração pífia, incompetente e desastrosa, porque não apoiada em bases sólidas e sustentáveis.
Notória por seu estilo arrogante, autoritário e perseguidor, a família do deputado Camilo é contumaz na divulgação de uma determinada postura política quando, na verdade, na prática promovem e praticam exatamente o contrário. Isto posto, será que o deputado Camilo Capiberibe poderia explicar por que votou a favor do veto ao Orçamento estadual e diz, agora, ser a favor do governador Waldez Góes. E a prova que ele votou a favor do veto, é que o resultado da votação foi unânime.
Se, como afirma, o deputado socialista, vai realmente a favor de Waldez Góes, por que antes, votou contra. O voto pró Waldez, agora, não é apenas um dever do deputado Camilo, é obrigação. Por isso, por conhecermos o perfil político da família Capiberibe de afirmar uma coisa e fazer exatamente o oposto, a pergunta que fazemos é: Será verdade, mesmo?
sexta-feira, 15 de janeiro de 2010
APENAS UM FILHO BASTARDO
APENAS UM FILHO BASTARDO
Todos sabemos o que vem a ser filho bastardo. Trata-se tão somente do filho nascido de uma relação extraconjugal; ilegítima. Mas que não se pense que o personagem do qual vamos aqui falar é filho bastardo. Até onde sabemos, nasceu de uma união legal e a senhora sua mãe era ou ainda é - se ainda estiver vivendo no planeta dos homens = uma mulher honrada. A propósito, a palavra nepos (sobrinho, em latim), de onde vem o substantivo nepotismo, surgiu à época em que os filhos ilícitos de padres da Igreja Católica, para não serem abandonados à própria sorte, eram chamados de “sobrinhos”, e empregados pelos padres e altos funcionários eclesiásticos em postos de relevância na estrutura de poder da Igreja. Mas, o que queremos falar, não é propriamente do filho bastardo em si, mas de um filme, cujo título é: Lula, o filho do Brasil. Fosse eu cineasta ou algo semelhante, ou se pelo menos entendesse alguma coisa de filmes e filmagens, convidado a titular esse filme, e não hesitaria em denominá-lo “Lula, o filho (bastardo do Brasil).
Pnso eu, que o povo brasileiro está dando uma prova inequívoca de desequilíbrio psíquico. Isso porque, a partir da ascenção de Lula ao poder, fomos perdendo gradativamente, os nossos valores mais básicos. Essas mudanças, consequência natural das alterações semânticas aceitas por todos nós, são produto dos erros de raciocínio e da falta de intimidade
vocabular básica com as regras mínimas da gramática portuguesa do mandatário deficiente cultural que, pela repetição, torna-as vernaculares. Tudo isso, aliado à esperteza de um espírito pusilânime, tem o poder de corromper os alicerces de todos os poderes da nação.
Quando a inversão de valores básicos para o crescimento do país de forma sólida, sustentado pela honestidade, pela honra, pela probidade, quando não há espaço para a mentira e se passa a aceitar que o corrupto contumaz deve ser respeitado;
quando uma organização terrorista, que inferniza os
trabalhadores rurais, torna-se uma instituição lutadora em defesa dos pretensos direitos dos sem-terra, é transformar o dito pelo não dito, aceitar a mentira no lugar da verdade; é dizer que certo é o errado, em suma, que Deus é mau e o Demônio é bom. O novo dicionário da sordidez política brasileira
nos fez descobrir que é necessário mergulhar a fundo no mar de lama na qual mergulhou este país, para conhecer em todas as dimensões, o seu autor e personagem central de sua própria propaganda político-eleitoreira.
Já escrevi em oportunidades anteriores, que o endeusamento de Lula da Silva é abjeto, repugnante, repulsivo e imoral. Convém não esquecer que os grandes ditadores, a primeira coisa que fazem é bestificar seus suseranos e transformá-los em ídolos. O que não sabem é que, ao se tornarem ídolos, fatalmente cairão mais à frente, pois possuem pés de barro. Como disse a professora Aileda de Mattos Oliveira, Professora-Doutora de Lingua Portuguesa da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), “Considerar-se a si próprio Filho do Brasil, é exigir a legítima paternidade, a um país que já sofreu todos os vexames do filho que não
passa de um bastardo”. E mais, disse a Professora-Doutora Aileda Oliveira: “Regredimos ao populismo desenfreado do brizolismo e percebemos, claramente, a
existência de dois Brasis: o que trabalha e estuda para o desenvolvimento nacional e o que vive de estelionato político, sorvendo os impostos pagos pelo primeiro dos Brasis”. Tudo indica que, pelo andar da carruagem, e embriagado de álcool e de poder, Lula está aos poucos alijando a parte consciente do Brasil. Parte essa consciente, mas sonolenta, pareve não ver que Dilma Roussef é apenas uma fraude, como ele, Lula, também é apenas isso: uma fraude. Como dizem os traficantes do Rio, "está tudo dominado". Eles sabem o que
dizem, infelizmente. E está, mesmo. Tudo está dominado, pelo
dinheiro da corrupção mais deslavada. Mas nem tudo está perdido. Ainda podemos salvar a nós mesmos. Basta que nos conscientizemos que esse filmeco não deve ser visto e que procuremos outra opção nas eleições de 2010 que não seja e nem tenha a ver com esse personagem e seu bando que, saindo do nada, acredita ser um deus e que é onipotente, onisciente e onipresente. Que Javeh tenha piedade de nós, porque se não merecermos pelo menos um olhar de misericórdia daquele que tudo vê, corremos o risco de descobrir tarde demais que o Haiti é aqui.
Todos sabemos o que vem a ser filho bastardo. Trata-se tão somente do filho nascido de uma relação extraconjugal; ilegítima. Mas que não se pense que o personagem do qual vamos aqui falar é filho bastardo. Até onde sabemos, nasceu de uma união legal e a senhora sua mãe era ou ainda é - se ainda estiver vivendo no planeta dos homens = uma mulher honrada. A propósito, a palavra nepos (sobrinho, em latim), de onde vem o substantivo nepotismo, surgiu à época em que os filhos ilícitos de padres da Igreja Católica, para não serem abandonados à própria sorte, eram chamados de “sobrinhos”, e empregados pelos padres e altos funcionários eclesiásticos em postos de relevância na estrutura de poder da Igreja. Mas, o que queremos falar, não é propriamente do filho bastardo em si, mas de um filme, cujo título é: Lula, o filho do Brasil. Fosse eu cineasta ou algo semelhante, ou se pelo menos entendesse alguma coisa de filmes e filmagens, convidado a titular esse filme, e não hesitaria em denominá-lo “Lula, o filho (bastardo do Brasil).
Pnso eu, que o povo brasileiro está dando uma prova inequívoca de desequilíbrio psíquico. Isso porque, a partir da ascenção de Lula ao poder, fomos perdendo gradativamente, os nossos valores mais básicos. Essas mudanças, consequência natural das alterações semânticas aceitas por todos nós, são produto dos erros de raciocínio e da falta de intimidade
vocabular básica com as regras mínimas da gramática portuguesa do mandatário deficiente cultural que, pela repetição, torna-as vernaculares. Tudo isso, aliado à esperteza de um espírito pusilânime, tem o poder de corromper os alicerces de todos os poderes da nação.
Quando a inversão de valores básicos para o crescimento do país de forma sólida, sustentado pela honestidade, pela honra, pela probidade, quando não há espaço para a mentira e se passa a aceitar que o corrupto contumaz deve ser respeitado;
quando uma organização terrorista, que inferniza os
trabalhadores rurais, torna-se uma instituição lutadora em defesa dos pretensos direitos dos sem-terra, é transformar o dito pelo não dito, aceitar a mentira no lugar da verdade; é dizer que certo é o errado, em suma, que Deus é mau e o Demônio é bom. O novo dicionário da sordidez política brasileira
nos fez descobrir que é necessário mergulhar a fundo no mar de lama na qual mergulhou este país, para conhecer em todas as dimensões, o seu autor e personagem central de sua própria propaganda político-eleitoreira.
Já escrevi em oportunidades anteriores, que o endeusamento de Lula da Silva é abjeto, repugnante, repulsivo e imoral. Convém não esquecer que os grandes ditadores, a primeira coisa que fazem é bestificar seus suseranos e transformá-los em ídolos. O que não sabem é que, ao se tornarem ídolos, fatalmente cairão mais à frente, pois possuem pés de barro. Como disse a professora Aileda de Mattos Oliveira, Professora-Doutora de Lingua Portuguesa da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), “Considerar-se a si próprio Filho do Brasil, é exigir a legítima paternidade, a um país que já sofreu todos os vexames do filho que não
passa de um bastardo”. E mais, disse a Professora-Doutora Aileda Oliveira: “Regredimos ao populismo desenfreado do brizolismo e percebemos, claramente, a
existência de dois Brasis: o que trabalha e estuda para o desenvolvimento nacional e o que vive de estelionato político, sorvendo os impostos pagos pelo primeiro dos Brasis”. Tudo indica que, pelo andar da carruagem, e embriagado de álcool e de poder, Lula está aos poucos alijando a parte consciente do Brasil. Parte essa consciente, mas sonolenta, pareve não ver que Dilma Roussef é apenas uma fraude, como ele, Lula, também é apenas isso: uma fraude. Como dizem os traficantes do Rio, "está tudo dominado". Eles sabem o que
dizem, infelizmente. E está, mesmo. Tudo está dominado, pelo
dinheiro da corrupção mais deslavada. Mas nem tudo está perdido. Ainda podemos salvar a nós mesmos. Basta que nos conscientizemos que esse filmeco não deve ser visto e que procuremos outra opção nas eleições de 2010 que não seja e nem tenha a ver com esse personagem e seu bando que, saindo do nada, acredita ser um deus e que é onipotente, onisciente e onipresente. Que Javeh tenha piedade de nós, porque se não merecermos pelo menos um olhar de misericórdia daquele que tudo vê, corremos o risco de descobrir tarde demais que o Haiti é aqui.
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