O desembargador Mário Gurtyev de Queiroz foi agraciado no dia 29 de março deste ano de 2010, com a mais alta distinção honorífica do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios, a Ordem do Mérito Judiciário do Distrito Federal e dos Territórios, que se destina a agraciar magistrados, juristas, integrantes do Ministério Público Federal, Estadual e do Distrito Federal e dos Territórios, da Advocacia Geral da União que, pelos serviços prestados tenham-se tornado credores de homenagem da Justiça do Distrito Federal e dos Territórios, entre outras pessoas e entidades.
As insígnias da Ordem são constituídas por uma medalha com quatro imitações das colunas do Palácio da Alvorada em forma de cruz, , nas cores branca e vermelha, tudo entre quatro balanças douradas e vazadas, circundadas por espadas de ouro. No centro da cruz surge a Deusa Têmis, personificação da Justiça, segurando com a mão esquerda a balança, simbolizando a aplicação da Lei por meio do equilíbrio perfeito entre Direito e Dever, circundada por dois círculos concêntricos, tendo no círculo menor a inscrição "Mérito Judiciário - TJDFT".
Mário Gurtyev é Corregedor Geral do Tribunal de Justiça do Amapá (TJAP) e, ao longo de sua carreira, participou de Cursos diversos na área do Direito, Seminários, Encontros, Congressos, Simpósios e Ciclos em vários Estados da Federação. O desembargador Gurtyev é bacharel em Direito pela Associação de Ensino Unificado do Distrito Federal (AEUDF), turma de 1975,
Tudo isso significa a justeza da comenda recebida por toda uma vida dedicada ao Direito e à Justiça. Mas não se pense que o Grão-Colar, a mais nobre comenda da Ordem do Mérito Judiciário do Distrito Federal e dos Territórios (OMJDFT) representa uma honra e um reconhecimento das virtudes morais e do trabalho e dedicação aos estudos apenas para o desembargador. Na verdade, ela se estende a todo o Judiciário amapaense, e porque não dizer, a todo o Estado do Amapá. O recebimento dessa comenda mostra, também, a excelente imagem que o Judiciário Amapaense tem, não apenas entre nós, mas também nas mais altas instâncias judiciais brasileiras, incluindo aí, o próprio STF (Supremo Tribunal Federal, o que é privilégio de poucos, muito poucos.
sexta-feira, 9 de abril de 2010
quinta-feira, 8 de abril de 2010
O SENHOR DAS MOSCAS
Dois caboclos discutiam à margem do rio. Conversa de caboclo. Pausada, entrecortada por longos silêncios. Pausa para preparar um ci-garro e tomar uma talagada de cachaça, que ninguém é de ferro.
Um deles coça a cabeça, ar intrigado de quem não entendeu absolutamente nada. O outro concorda.
- É verdade, meu compadre, o homem é o cão.
- Pior, diz o outro. É o capeta, o coisa ruim.
E eu olhando. Olhando e escutando. Completamente idiotizado por estar desplugado daquela internet cabocla. O idioma era estranho. O cigarro e a cachaça, também. Fui cedo demais para a cidade e esqueci minhas origens. Fumo havanas e bebo Logan’s.
Ainda lembro a cara de espanto dos dois caboclos quando, com ar de empáfia disse-lhes o que fumava e o que bebia.
Liga não, “sormano”, disse um deles. Isso é marca de cachaça que não chega aqui. Tinham razão. Fui embora cedo demais. Eles, ficaram. Permaneceram virgens como os rios, onde canoas, por mais que sulquem a superfície, não lhes deixam marcas. As águas não envelhecem, não criam cabelos brancos. No seu eterno ir e vir, não têm contato com o tempo. Talvez por isso permaneçam eternamente virgens. Hímens se não lhes rompem. Seu equilíbrio é algo que nunca consegui entender, do alto do meu mais completo desequilíbrio.
Mas, voltemos ao assunto que não entendia. Tinha perdido os bondes. O da história, da minha história e o da conversa. Conversa deles. Quedei-me a ouvir.
- Pois é, o homem é o Satanás, é Belzebu, disse um.
- É Mefistófeles, é o rei do Mal, disse o outro. E complementou: É Lucifer. Nem Deus o aguentou por perto.
E eu ali, como um Goethe extemporâneo, ouvindo falar de Fausto em pleno seio da floresta.
- Os Cavaleiros do Apocalipse não podem com ele, disse o mais novo, com ar didático. Foi quando entendi o porquê da Bíblia que carregavam consigo.
- É pra proteger a gente, explicou. O homem é pior que a Fome, a Peste e a Guerra.
- Pior, complementou o mais velho. Perante ele, a Peste a Fome e a Guerra se curvam.
E eu ali. Completamente perdido. Será que estava sonhando? Tive dúvidas. Entrei em pânico. Comecei a pensar se não estaria ocorrendo comigo, o mesmo que ocorrera com o sábio chinês que sonhara tão intensamente ser uma borboleta, que passou o resto da vida sem saber se era uma borboleta que sonhara ser um homem, ou se era um homem que sonhara ser uma borboleta. Não sei que fim levara o sábio chinês, mas eu, já não sabia mais quem era.
A floresta tem esse quê de mágica. Absorve-nos tão completamente, que nos retiramos do mundo onde vivíamos, a ponto de não mais sabermos se vivíamos ou se sonhávamos viver.
Passei a ter mais convicção quando um dos caboclos disse: Ele é o Senhor das Moscas. Sei disso porque li William Golding.
- Tem razão, disse o outro. Eu li O Mestre e Margarita, de Mikhail Bulgakov, e sei do que está falando. Mais surrealista, impossível.
Só muito tempo depois que foram embora, é que compreendi de quem falavam. Falavam de mim. Na terra dos homens sou tratado de excelência. Não me conhecem bem. Se conhececem, jamais votariam em mim.
Um deles coça a cabeça, ar intrigado de quem não entendeu absolutamente nada. O outro concorda.
- É verdade, meu compadre, o homem é o cão.
- Pior, diz o outro. É o capeta, o coisa ruim.
E eu olhando. Olhando e escutando. Completamente idiotizado por estar desplugado daquela internet cabocla. O idioma era estranho. O cigarro e a cachaça, também. Fui cedo demais para a cidade e esqueci minhas origens. Fumo havanas e bebo Logan’s.
Ainda lembro a cara de espanto dos dois caboclos quando, com ar de empáfia disse-lhes o que fumava e o que bebia.
Liga não, “sormano”, disse um deles. Isso é marca de cachaça que não chega aqui. Tinham razão. Fui embora cedo demais. Eles, ficaram. Permaneceram virgens como os rios, onde canoas, por mais que sulquem a superfície, não lhes deixam marcas. As águas não envelhecem, não criam cabelos brancos. No seu eterno ir e vir, não têm contato com o tempo. Talvez por isso permaneçam eternamente virgens. Hímens se não lhes rompem. Seu equilíbrio é algo que nunca consegui entender, do alto do meu mais completo desequilíbrio.
Mas, voltemos ao assunto que não entendia. Tinha perdido os bondes. O da história, da minha história e o da conversa. Conversa deles. Quedei-me a ouvir.
- Pois é, o homem é o Satanás, é Belzebu, disse um.
- É Mefistófeles, é o rei do Mal, disse o outro. E complementou: É Lucifer. Nem Deus o aguentou por perto.
E eu ali, como um Goethe extemporâneo, ouvindo falar de Fausto em pleno seio da floresta.
- Os Cavaleiros do Apocalipse não podem com ele, disse o mais novo, com ar didático. Foi quando entendi o porquê da Bíblia que carregavam consigo.
- É pra proteger a gente, explicou. O homem é pior que a Fome, a Peste e a Guerra.
- Pior, complementou o mais velho. Perante ele, a Peste a Fome e a Guerra se curvam.
E eu ali. Completamente perdido. Será que estava sonhando? Tive dúvidas. Entrei em pânico. Comecei a pensar se não estaria ocorrendo comigo, o mesmo que ocorrera com o sábio chinês que sonhara tão intensamente ser uma borboleta, que passou o resto da vida sem saber se era uma borboleta que sonhara ser um homem, ou se era um homem que sonhara ser uma borboleta. Não sei que fim levara o sábio chinês, mas eu, já não sabia mais quem era.
A floresta tem esse quê de mágica. Absorve-nos tão completamente, que nos retiramos do mundo onde vivíamos, a ponto de não mais sabermos se vivíamos ou se sonhávamos viver.
Passei a ter mais convicção quando um dos caboclos disse: Ele é o Senhor das Moscas. Sei disso porque li William Golding.
- Tem razão, disse o outro. Eu li O Mestre e Margarita, de Mikhail Bulgakov, e sei do que está falando. Mais surrealista, impossível.
Só muito tempo depois que foram embora, é que compreendi de quem falavam. Falavam de mim. Na terra dos homens sou tratado de excelência. Não me conhecem bem. Se conhececem, jamais votariam em mim.
quarta-feira, 7 de abril de 2010
UM HOMEM MUITO IMPORTANTE
O presidente do Congresso Nacional, senador José Sarney (PMDB-AP), assumirá a Presidência da República de segunda a quarta-feiras da próxima semana.
E a razão é simples: é que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva viajará domingo a Washignton, para participar de conferência sobre segurança nuclear e colocar José Sarney na Presidência do país, é a única forma de não inviabilizar as candidaturas do vice presidente, José Alencar, a deputado ou senador por Minas Gerais, e de Michel Temer (PMDB-SP) a vice na chapa da pré candidata do Partido dos Trabalhadores à sucessão de Lula da Silva, Dilma Rousseff.
Para evitarem assumir o lugar de Lula, o que inviabilizaria suas candidaturas, o vice José Alencar teve que arranjar uma viagem ao Uruguai. Quanto ao deputado Michel Temer, ele também também deixará o país, mas ainda não sabe para onde irá.
Com Lula da Silva, José Alencar e Michel Temer fora do Brasil, cabe ao presidente do Congresso Nacional, senador José Sarney, assumir a Presidência, porque é o terceiro na linha sucessória e não é candidato a nada nas eleições deste ano.
José Sarney já foi presidente da República, de 1986 a 1990, tendo sido o principal responsável pela abertura democrática no país, depois de duas décadas de regime militar.
Falar da importância de José Sarney para a história política brasileira nunca é demais, além de ser tarefa para historiadores espacializados porque, tendo ingressado na vida pública na década de 1950, foi suplente de deputado federal, deputado federal, governador, senador entre 1970 e 1978 pelo Maranhão, presidente da República (1985-1990), e senador pelo Amapá desde 1990. Isso tudo sem contar que está pela segunda vez, na Presidência do Senado e, por consequência, na Presidência do Congresso Nacional.
Por tudo isso e muito mais, assim como pelo fato de ser um diplomata por excelência, por ser cordato e possuidor de uma cultura invejável, além de ser um escritor de primeira linha, é muito bom para o Amapá e para os amapaenses, tê-lo como senador pelo nosso estado.
Com o exercício da Presidência da República, ainda que por poucos dias, é certo que o Amapá ganhará as páginas da mídia nacional, além de se poder esperar que ele, na condição de presidente da República, possa carrear mais recursos para o nosso desenvolvimento econômico e social, além do muito que já faz.
Que Deus o abençoe, portanto, em mais essa árdua tarefa que o destino lhe impôs, muito embora saibamos que ele enfrentará mais esse desafio com galhardia e sabedoria, pelo bem do Brasil, e, aqui pra nós, pelo bem do Amapá.
segunda-feira, 5 de abril de 2010
O REI MORREU, VIVA O REI!
Vi uma cena triste, porém, muito comum na vida daqueles que detêm algum tipo ou nível de poder. Pela manhã de ontem, vi a diretora do Super Fácil, Luzia Grunho, caminhando às proximidades da Residência Oficial do Governador do Estado do Amapá. Quem a conhece, sabe da mulher guerreira que ela é e da competência que mostrou à frente daquele importante órgão, na medida em que facilita, realmente, a vida do cidadão que necessita de um documento qualquer.
Mas, o que me chamou a atenção, não foi o fato de que estivesse ela a caminhar, e sim, a solidão que a acompanhava. O quê aconteceu, perguntei a mim mesmo, se até há alguns dias isso seria impensável? E a resposta, óbvia e ululante é que o rei morreu, portanto, viva o rei.
O governo Waldez Góes acabou, e por isso, como é comum ao gênero humano, todos – ou quase – voltam-se para o novo governante, no caso o governador Pedro Paulo Dias de Carvalho. Cada um, agora, quer o seu quinhão no grande bolo do poder.
E foi refletindo sobre esse fato aparentemente irrelevante que me lembrei dessa frase famosa, “O rei morreu, viva o rei!”, cuja origem vem da realeza europeia, quando anunciavam a morte do rei então reinante e, logo a seguir, o novo rei que o substituiria. Também era muito comum dizer-se “rei morto, rei posto”. Convém lembrar que nós, brasileiros, tivemos dois imperadores e uma quase rainha: D. Pedro I, D. Pedro II e Isabel, aquela da Lei Áurea nem tão dourada assim. Não esquecer, também, que cem anos após o fim da monarquia brasileira, tivemos um plebiscito para decidir se voltávamos a ser monarquia novamente, caso da Espanha, e o resultado foi um sonoro não, dito pelo povo, que também atende pelo nome de Senhor do Voto. Foi assim que perdemos a oportunidade de termos um rei de verdade.
Mas que não se diga que perdemos o gosto pelo charme que a realeza carrega consigo, haja vista os reis do voto, reis do gado, do riso e da soja, além, claro, das rainhas da beleza, do carnaval e do rebolado, entre outras realezas digamos, menos nobres – ou reais.
Apenas a título de lembrança, tivemos e temos o Rei Momo, o rei da voz, o grande Francisco Alves (alguém lembra?); sem esquecer o rei Pelé, que mesmo tendo pendurado as chuteiras, nunca perdeu a majestade. E, no sistema presidencialista, como todos sabem, o presidente da República é uma espécie de rei com tempo de duração específico para exercer seu reinado. Exceto no caso do presidente Lula, que considera a si mesmo como uma espécie de deus, na medida em que acredita, assim como seus prosélitos, que está acima do bem e do mal. Vai ver que, possivelmente, além de ser onisciente, e onipotente, é, também, atemporal.
Quanto a mim, rezo ao Deus de Abraão, que não se apague a esperança no coração dos amapaenses, e que o novo governador Pedro Paulo Dias de Carvalho tenha sobre a si a proteção de Adonai para que, neste seu período de governo, assim como nos próximos anos, caso consiga o seu sonho de se eleger em outubro próximo, que seu governo seja, realmente, de concórdia, de conciliação e de competência, muita competência. Talento e boa vontade não lhe faltam. E se me permitir a ousadia e pudesse eu dar-lhe algum conselho, daria o seguinte: faça de Waldez Góes um “consiglieri”, como diriam os italianos. Experiência, vivência, talento e competência, com certeza não faltam a ele. Isso, claro, sem dispensar a ajuda e orientação de alguns que lhe são, quem sabe, mais próximos e mais caros. Em assim fazendo, seu governo será um sucesso e, em assim sendo, a possibilidade de um novo mandato bem maior.
Que Deus o abençoe pois, com Ele, tudo será possível, e sem Ele, uma só folha não balançará, ainda que sobre ela sopre o mais potente dos furacões. E furacões políticos jamais faltam a quem resolveu seguir a senda que leva ao poder.
ToDa RABA. Shalom.
Mas, o que me chamou a atenção, não foi o fato de que estivesse ela a caminhar, e sim, a solidão que a acompanhava. O quê aconteceu, perguntei a mim mesmo, se até há alguns dias isso seria impensável? E a resposta, óbvia e ululante é que o rei morreu, portanto, viva o rei.
O governo Waldez Góes acabou, e por isso, como é comum ao gênero humano, todos – ou quase – voltam-se para o novo governante, no caso o governador Pedro Paulo Dias de Carvalho. Cada um, agora, quer o seu quinhão no grande bolo do poder.
E foi refletindo sobre esse fato aparentemente irrelevante que me lembrei dessa frase famosa, “O rei morreu, viva o rei!”, cuja origem vem da realeza europeia, quando anunciavam a morte do rei então reinante e, logo a seguir, o novo rei que o substituiria. Também era muito comum dizer-se “rei morto, rei posto”. Convém lembrar que nós, brasileiros, tivemos dois imperadores e uma quase rainha: D. Pedro I, D. Pedro II e Isabel, aquela da Lei Áurea nem tão dourada assim. Não esquecer, também, que cem anos após o fim da monarquia brasileira, tivemos um plebiscito para decidir se voltávamos a ser monarquia novamente, caso da Espanha, e o resultado foi um sonoro não, dito pelo povo, que também atende pelo nome de Senhor do Voto. Foi assim que perdemos a oportunidade de termos um rei de verdade.
Mas que não se diga que perdemos o gosto pelo charme que a realeza carrega consigo, haja vista os reis do voto, reis do gado, do riso e da soja, além, claro, das rainhas da beleza, do carnaval e do rebolado, entre outras realezas digamos, menos nobres – ou reais.
Apenas a título de lembrança, tivemos e temos o Rei Momo, o rei da voz, o grande Francisco Alves (alguém lembra?); sem esquecer o rei Pelé, que mesmo tendo pendurado as chuteiras, nunca perdeu a majestade. E, no sistema presidencialista, como todos sabem, o presidente da República é uma espécie de rei com tempo de duração específico para exercer seu reinado. Exceto no caso do presidente Lula, que considera a si mesmo como uma espécie de deus, na medida em que acredita, assim como seus prosélitos, que está acima do bem e do mal. Vai ver que, possivelmente, além de ser onisciente, e onipotente, é, também, atemporal.
Quanto a mim, rezo ao Deus de Abraão, que não se apague a esperança no coração dos amapaenses, e que o novo governador Pedro Paulo Dias de Carvalho tenha sobre a si a proteção de Adonai para que, neste seu período de governo, assim como nos próximos anos, caso consiga o seu sonho de se eleger em outubro próximo, que seu governo seja, realmente, de concórdia, de conciliação e de competência, muita competência. Talento e boa vontade não lhe faltam. E se me permitir a ousadia e pudesse eu dar-lhe algum conselho, daria o seguinte: faça de Waldez Góes um “consiglieri”, como diriam os italianos. Experiência, vivência, talento e competência, com certeza não faltam a ele. Isso, claro, sem dispensar a ajuda e orientação de alguns que lhe são, quem sabe, mais próximos e mais caros. Em assim fazendo, seu governo será um sucesso e, em assim sendo, a possibilidade de um novo mandato bem maior.
Que Deus o abençoe pois, com Ele, tudo será possível, e sem Ele, uma só folha não balançará, ainda que sobre ela sopre o mais potente dos furacões. E furacões políticos jamais faltam a quem resolveu seguir a senda que leva ao poder.
ToDa RABA. Shalom.
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