PESQUISA ELEITORAL
Fontes do primeira escalão da política amapaense informam, que pesquisa de intenção de voto para o Senado, realizada na última quinta-feira (10/09), e apenas para consumo interno dos interessados, davam os seguintes números:
1º lugar: Waldez Góes - 38%
2º lugar: Aníbal Barcellos - 28%
3º lugar: Gilvam Borges - 12%
4º lugar: João Capiberibe - 11%
5º lugar: Papaléo Paes
Evidentemente que esses números refletem apenas o retrato político daquele momento na questão senatorial e não tem a menor validade para o futuro. Entretanto, são dados sintomáticos que devem servir de estímulo para que aqueles que estão fora do jogo reavaliem suas estratégias de campanha, no intuito de uma possível reversão desses dados, assim como devem servir de estímulo cauteloso aos dois primeiros lugares, se confirmarem suas candidaturas, para que não caiam no velho erro - fatal - do já ganhou.
Cabe-nos agora esperar as eleições para ver, realmente, o que acontece. Quem viver, verá.
segunda-feira, 14 de setembro de 2009
sexta-feira, 11 de setembro de 2009
TERCEIRO MANDATO?
As raposas felpudas da política sabem bem o tempo de submergir. É possível que as discussões sobre um terceiro mandato ou mesmo a simples prorrogação deles, elevando de quatro para cinco anos os mandatos de presidente da República, governadores de estados e prefeitos municipais, tenham sido deletadas da memória do nosso amnésico povo, porque assim determinam os interesses daqueles que só têm a ganhar com essa possibilidade absolutamente ilegal porque inconstitucional, imoral, aética, anti-ética e pornô, socialmente falando. É claro que o senhor Luiz Inácio e seus comparsas têm o maior interesse nessa questão, até porque, a simples prorrogação tornaria legal uma terceira eleição dos atuais detentores do Poder Executivo, muito embora jurem de mãos postas e pés juntos que não.
Mas, tal qual Cícero, o povo brasileira pergunta: “Até quando senhores da política, continuarão abusando da nossa paciência? Até quando se arrojará essa audácia inominável de brincar com os sentimentos de uma população que tem sido mais que crucificada ao longo dos séculos?
No país das Pindoramas, já houve um tempo em que homens íntegros reprimiam os cidadãos perniciosos com os mais severos castigos. Ao que parece, esse tempo de há muito já se foi.
E a pergunta que se faz necessária e que ainda não tivemos a coragem de fazer é: Deveremos nós, simples cidadãos, sofrer ou admitir que se nos imponham essa lei imoral? A resposta óbvia é não. Semelhante coisa está longe do pensamento da nação. E creio que nosso dever é evitar que isso aconteça, porque caso contrário, isso significa afronta irremediável aos valores básicos da democracia que prega, além da igualdade e oportunidades para todos, a alternância de mandatários e independência de poderes, coisa que, por causa do viés autoritário do senhor presidente, muito embora o negue veementemente dizendo-se um democrata. Mas, que democrata é esse, que gosta e tem como modelo, gente como Fidel Castro, Evo Morales, Muahmmar Kadafi e outros ditadores menos votados?
Por certo, incorreremos no mais imperdoável desacerto se permitirmos que violem a arca sagrada da Constituição, se não desembainharmos a espada do voto, com a qual podemos esmagar essas tentativas de nos impor a sombra de uma ditadura, por muito disfarçada e legal que seja de nós se aproxima.
As raposas felpudas da política sabem bem o tempo de submergir. É possível que as discussões sobre um terceiro mandato ou mesmo a simples prorrogação deles, elevando de quatro para cinco anos os mandatos de presidente da República, governadores de estados e prefeitos municipais, tenham sido deletadas da memória do nosso amnésico povo, porque assim determinam os interesses daqueles que só têm a ganhar com essa possibilidade absolutamente ilegal porque inconstitucional, imoral, aética, anti-ética e pornô, socialmente falando. É claro que o senhor Luiz Inácio e seus comparsas têm o maior interesse nessa questão, até porque, a simples prorrogação tornaria legal uma terceira eleição dos atuais detentores do Poder Executivo, muito embora jurem de mãos postas e pés juntos que não.
Mas, tal qual Cícero, o povo brasileira pergunta: “Até quando senhores da política, continuarão abusando da nossa paciência? Até quando se arrojará essa audácia inominável de brincar com os sentimentos de uma população que tem sido mais que crucificada ao longo dos séculos?
No país das Pindoramas, já houve um tempo em que homens íntegros reprimiam os cidadãos perniciosos com os mais severos castigos. Ao que parece, esse tempo de há muito já se foi.
E a pergunta que se faz necessária e que ainda não tivemos a coragem de fazer é: Deveremos nós, simples cidadãos, sofrer ou admitir que se nos imponham essa lei imoral? A resposta óbvia é não. Semelhante coisa está longe do pensamento da nação. E creio que nosso dever é evitar que isso aconteça, porque caso contrário, isso significa afronta irremediável aos valores básicos da democracia que prega, além da igualdade e oportunidades para todos, a alternância de mandatários e independência de poderes, coisa que, por causa do viés autoritário do senhor presidente, muito embora o negue veementemente dizendo-se um democrata. Mas, que democrata é esse, que gosta e tem como modelo, gente como Fidel Castro, Evo Morales, Muahmmar Kadafi e outros ditadores menos votados?
Por certo, incorreremos no mais imperdoável desacerto se permitirmos que violem a arca sagrada da Constituição, se não desembainharmos a espada do voto, com a qual podemos esmagar essas tentativas de nos impor a sombra de uma ditadura, por muito disfarçada e legal que seja de nós se aproxima.
quinta-feira, 10 de setembro de 2009
LOURENÇO DE CALÇOENE PODE VIRAR MUNICÍPIO
Quando se quer, tudo é possível. O vereador Raimundo Piaba (PV-AP) (Calçoene-AP), viajou até Brasília, de carona em avião cargueiro, tudo porque quer apoio político, tanto do senador José Sarney PMDB-AP), como do governador do Amapá Waldez Góes (PDT-AP), para a emancipação ainda este ano, do distrito de Lourenço, situado no município de Calçoene. Piaba acredita que o distrito já possui todas as condições para essa transformação, mas, pés no chão, sabe que sem apoio político dos dois maiores líderes do Amapá, dificilmente conseguirá seu intento, daí sua disposição ao sacrifício pessoal para atingir seu objetivo que pensa, poderá melhorar as condições de vida dos habitantes daquele distrito.
O Congresso Nacional já aprovou recentemente a implantação de novos municípios brasileiros. O vereador de Calçoene quer aproveitar o “embalo” para conseguir seu objetivo, que já é uma luta antiga do parlamentar municipal.
Quando se quer, tudo é possível. O vereador Raimundo Piaba (PV-AP) (Calçoene-AP), viajou até Brasília, de carona em avião cargueiro, tudo porque quer apoio político, tanto do senador José Sarney PMDB-AP), como do governador do Amapá Waldez Góes (PDT-AP), para a emancipação ainda este ano, do distrito de Lourenço, situado no município de Calçoene. Piaba acredita que o distrito já possui todas as condições para essa transformação, mas, pés no chão, sabe que sem apoio político dos dois maiores líderes do Amapá, dificilmente conseguirá seu intento, daí sua disposição ao sacrifício pessoal para atingir seu objetivo que pensa, poderá melhorar as condições de vida dos habitantes daquele distrito.
O Congresso Nacional já aprovou recentemente a implantação de novos municípios brasileiros. O vereador de Calçoene quer aproveitar o “embalo” para conseguir seu objetivo, que já é uma luta antiga do parlamentar municipal.
AFINAL, QUEM É QUE MANDA?
O grande problema do presidente Lula é que ele se acha engraçado. Não porque seja um grande comediante, mas porque adora falar sem pensar no que diz, isso quando não diz as bobagens que sequer alunos do Enem diriam, ainda que reprovados. A negociação entre países para a compra ou venda de qualquer produto é coisa séria. Mais que isso, muito séria. Mas não é o que parece achar o nosso engraçadíssimo presidente, senão vejamos:
Consta que ele divulgou para quem quisesse ouvir, e não eram poucos os que queriam ouvir, durante a visita do presidente francês ao Brasil no último 7 de Setembro, que o Brasil houvera fechado acordo com os gauleses para a compra de 36 aviões de caça Rafaele, fabricados pela gaulesa Dassault. Estavam na parada os Estados Unidos, a França e a Suécia. A razão alegada por Lula para a escolha da França teria sido a de que esse país teria concordado em transferir a tecnologia pertinente ao Brasil, coisa que os outros dois candidatos a fornecedores não teriam oferecido. Até aí, tudo bem. A transferência de tecnologia quando se compra equipamentos tão sofisticados, é importantíssima para o comprador, porque proporciona enorme avanço no desenvolvimento desse mesmo país.
O problema é que americanos e suecos chiaram, e não sem razão. De um lado, é bem verdade que essa decisão é uma decisão política do presidente da República, entretanto, surpreendido com o anúncio prematuro da decisão feito por Lula, seu atropelo conseguiu incomodar o Comando da Aeronáutica, os concorrentes da Dassaul e demais interessados nessa negociação, que levaram o Ministério da Defesa a divulgar nota oficial para deixar registrado que “o processo de seleção ainda não está encerrado”. Ora, o que isso significa? Significa que um ministro desmente, oficialmente, seu chefe, no caso, ninguém menos que o Presidente da República, senhor Lula da Silva e não acontece nada.
O pior, é que o palh..., digo, presidente-comediante resolve ironizar dizendo que, diante do recuo da concorrência, que agora admite transferir tecnologia para o Brasil, “daqui a pouco, vou receber de graça”. Seria cômico se não fosse deprimente.
Que o Brasil compre os melhores aviões pelo menor preço e pelas melhores condições aliadas ao melhor desempenho do equipamento, tudo bem. O que não está bem, é um presidente falastrão dizer a coisa errada, na hora errada e para as pessoas erradas. Minha mãezinha que há muito se foi para os Campos Elísios, costumava dizer que: “Caldo de galinha e precaução nunca fizeram mal a ninguém.”
O grande problema do presidente Lula é que ele se acha engraçado. Não porque seja um grande comediante, mas porque adora falar sem pensar no que diz, isso quando não diz as bobagens que sequer alunos do Enem diriam, ainda que reprovados. A negociação entre países para a compra ou venda de qualquer produto é coisa séria. Mais que isso, muito séria. Mas não é o que parece achar o nosso engraçadíssimo presidente, senão vejamos:
Consta que ele divulgou para quem quisesse ouvir, e não eram poucos os que queriam ouvir, durante a visita do presidente francês ao Brasil no último 7 de Setembro, que o Brasil houvera fechado acordo com os gauleses para a compra de 36 aviões de caça Rafaele, fabricados pela gaulesa Dassault. Estavam na parada os Estados Unidos, a França e a Suécia. A razão alegada por Lula para a escolha da França teria sido a de que esse país teria concordado em transferir a tecnologia pertinente ao Brasil, coisa que os outros dois candidatos a fornecedores não teriam oferecido. Até aí, tudo bem. A transferência de tecnologia quando se compra equipamentos tão sofisticados, é importantíssima para o comprador, porque proporciona enorme avanço no desenvolvimento desse mesmo país.
O problema é que americanos e suecos chiaram, e não sem razão. De um lado, é bem verdade que essa decisão é uma decisão política do presidente da República, entretanto, surpreendido com o anúncio prematuro da decisão feito por Lula, seu atropelo conseguiu incomodar o Comando da Aeronáutica, os concorrentes da Dassaul e demais interessados nessa negociação, que levaram o Ministério da Defesa a divulgar nota oficial para deixar registrado que “o processo de seleção ainda não está encerrado”. Ora, o que isso significa? Significa que um ministro desmente, oficialmente, seu chefe, no caso, ninguém menos que o Presidente da República, senhor Lula da Silva e não acontece nada.
O pior, é que o palh..., digo, presidente-comediante resolve ironizar dizendo que, diante do recuo da concorrência, que agora admite transferir tecnologia para o Brasil, “daqui a pouco, vou receber de graça”. Seria cômico se não fosse deprimente.
Que o Brasil compre os melhores aviões pelo menor preço e pelas melhores condições aliadas ao melhor desempenho do equipamento, tudo bem. O que não está bem, é um presidente falastrão dizer a coisa errada, na hora errada e para as pessoas erradas. Minha mãezinha que há muito se foi para os Campos Elísios, costumava dizer que: “Caldo de galinha e precaução nunca fizeram mal a ninguém.”
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